Revista Mandala

A busca pela compaixão do sagrado feminino nas ilustrações de Giulia Fioratti

A alteridade começa de dentro para fora. Em que nível você realmente ama e compreende a si mesma?

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O limite entre o amor próprio e o amor ao próximo é uma questão que habita o imaginário da humanidade, em especial de quem busca se encontrar com o sagrado dentro de si. Afinal, nossa concepção de caridade está realmente compreendendo que a compaixão deve vir de dentro para fora?

A ilustradora e tatuadora brasileira Giulia Fioratti parece ter algumas ideias sobre isso. Seu trabalho, de traçado complexo apesar da ausência de cores realistas, transcreve em risco e camada um questionamento profundo sobre alteridade, não só ao olhar para o outro mas também olhando para si mesma.

Confira:

Todas as ilustrações são de © Giulia Fioratti.

Edmar Borges

Um latino-americano sem dinheiro no banco nem parentes importantes, graduando em Jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto e vindo do interior de Minas Gerais. Você também me encontra no Obvious Lounge e no Medium Brasil.

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