Revista Mandala

Primeiro você cai no buraco algumas vezes, depois aprende a desviar

Uma observação de Sogyal Rinpoche sobre os ciclos viciosos e o aprendizado em "O Livro Tibetano do Viver e do Morrer", de 1992.

Eu sou eu, você é você e não estamos aqui para atender às expectativas um do outro

Eu faço a minha coisa, você faz a sua. E quando nos encontramos é lindo.

A poesia do rompimento, a arte da reconstrução: Claudia Sehbe em Somos Instantes

A poeta gaúcha transforma em verso o ego, o amor, o agora e a liberdade de deixar de ser para se transformar.

Céu

Um poema para você olhar para cima de novo e de novo e de novo até começar a entender.

Editoria Poesia

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